Alguns dos seringueiros que hoje fazem parte do Projeto Seringô produziram o látex no antigo ciclo da borracha, trabalhando para os seringalistas em regime de exploração em que trocavam trabalho por mantimentos. Hoje, junto aos seus filhos e netos, eles estão reescrevendo a história de seus antepassados de uma forma mais digna e sustentável.

No novo ciclo da borracha que se inicia, eles reinventam suas tradições, protegem seus territórios do desmatamento e produzem objetos exclusivos e inovadores transformando-se em protagonistas de uma bioeconomia que se baseia na floresta de pé. 

O modo de vida desses seringueiros é totalmente integrado com a floresta. Eles vivem em Terras Indígenas, Quilombos e  Unidades de Conservação de Uso Sustentável, pescam, navegam por enormes emaranhados de rios, coletam o açaí, as castanhas e os frutos da floresta. A exploração dos seringais nativos traz a possibilidade de uma renda extra com impactos positivos para a Amazônia, através da coleta do látex em seus próprios quintais.

Conheça um pouco da história de cada um dos seringueiros que hoje integram o projeto.

Em breve você terá a história de cada um desses seringueiros, eles próprios contando suas histórias.